Amplinews Extra #2

» ENTREVISTA com Fernando Villa mostra que a proposta do Amplitudo não é apenas teoria, mas uma realidade.

 

O conteúdo a seguir é a transcrição da entrevista conduzida por nosso editor-chefe com Fernando Villa.

Fernando não é apenas um mero assinante do Amplinews: é um legítimo amplituder, que conseguiu obter uma realidade de liberdade no trabalho após bater um pouco a cabeça.

Na conversa abaixo, ele conta um pouco de sua própria experiência profissional e de como se identificou com os valores propostos pelo Amplitudo.

Acompanhe.


ÁLVARO

Fiquei muito feliz com seu depoimento sobre o Amplitudo, Fernando. Quando você mandou o e-mail dizendo que vive atualmente uma situação de mais liberdade no trabalho, logo tive a ideia de fazer essa entrevista. Meu objetivo é mostrar às pessoas que outros, além de mim, vivem a realidade proposta pelo Amplitudo; ou seja, não é apenas uma teoria que alguém desenvolveu, mas algo real que pode ser alcançado. E você é um exemplo disso.

FERNANDO

Sim, os exemplos arrastam. Se você mostrar situações reais, as pessoas vão se identificar do mesmo jeito que eu me identifiquei.


“Eu conseguiria ter alcançado muito antes a posição em que me encontro hoje se tivesse conhecido o Amplitudo há mais tempo.”


ÁLVARO

Exato. O próprio Amplitudo começou assim, com um caso real. Eu vivi situações de aprisionamento no trabalho e não queria que aquela fosse minha realidade para sempre.

FERNANDO

No primeiro e-book (A Única Condição), você deixou bem transparente essa sua jornada e isso foi um incentivo para mim. Você já foi o meu “exemplo de caso real”. Eu ainda estou no desenvolvimento da minha liberdade, buscando melhorar as situações sobre as quais não tenho controle ainda. Eu preciso ser José, não João.

>> Obs.: Fernando faz aqui uma brincadeira sobre um trecho do segundo e-book do Amplitudo, a Estrela, onde é contada a história de dois personagens, José da Condição e João da Rescisão.

ÁLVARO

Fale um pouco de como o seu momento aconteceu, de como a sua trajetória lhe conduziu de uma vida sem liberdade para a atual.

FERNANDO

Um dia eu comecei a perceber que havia algo errado comigo. Eu estava sempre culpando a empresa pelos meus erros e falhas até perceber que eu deveria plantar sementes melhores, e quando comecei a fazer isso, em um ano, percebi que minha pessoa era mais valorizada, consegui promoções, um cargo de coordenação, um aumento salarial etc. É como o Augusto Cury diz: “seja o autor da sua própria história”. E eu me identifiquei com o Amplitudo porque acho que ele ajuda a gente a querer ser o autor da própria história.

ÁLVARO

Você conseguiu identificar um fator catalisador nessa mudança toda, um estopim que fez você perceber que deveria mudar?

FERNANDO

Os relacionamentos são importantes para o nosso crescimento e eu, durante um tempo, tive um relacionamento que me puxava muito para trás. As pessoas me avisavam, tentavam me mostrar, mas eu não dava ouvidos, até perceber que realmente aquilo não agregava nada. No livro “A Fina Arte de Lidar com as Pessoas”, de Ivan Maia, tem um trecho que diz: ”Se você andar com idiotas, vai ser um idiota.”. Isso me pareceu um pouco forte na época, mas hoje vejo que é verdade.

ÁLVARO

O livro As 48 Leis do Poder também fala algo semelhante. Já leu?

FERNANDO

Ainda não.

ÁLVARO

Diz que quando você se associa a pessoas negativas, acaba tendo sua imagem “contaminada” por essas pessoas. Outro livro, A Mente Milionária, traz um extenso estudo realizado por um pesquisador junto a pessoas milionárias, sendo que um capítulo é totalmente dedicado aos relacionamentos, especialmente à escolha do cônjuge (ele mostra, por exemplo, que quase todos os multimilionários possuem bons relacionamentos conjugais e permanecem casados – até porque, se vierem a se divorciar, metade da fortuna vai embora).

FERNANDO

[risos] … Pois é, ontem mesmo vi uma notícia sobre um rapaz que escolheu uma namorada tendo por base as ex-namoradas dele, e ele resolveu escolher a que gastava menos…

ÁLVARO

A gente está aqui citando livros… Eu estou intrigado com uma coisa desde que recebi seu último e-mail e preciso perguntar. Você disse que estava na metade do terceiro e-book (Os Tijolos) e eu me surpreendi. Na verdade, confesso, sempre achei que esse e-book jamais seria lido.

FERNANDO

Ué, mas por quê?

ÁLVARO

Por causa do tamanho. Imaginei que se alguém chegasse a ler os dois primeiros e-books, pararia neste terceiro. Aliás, é estranho, porque as pessoas não gostam de ler quaisquer mensagens que superem algumas dezenas de caracteres, mas ficam o dia inteiro fazendo isso e não percebem que, somadas, essas mensagens resultariam em volumosos livros. E isso, diariamente. Mas aí, ao ler o seu e-mail, percebi que você é um cara que gosta de ler. Minha pergunta é: você atribui suas conquistas e seu crescimento, até mesmo sua condição de mais liberdade no trabalho, ao fato de você ser um leitor?

FERNANDO

Isso foi um fator predominante! Enquanto eu lia os dois primeiros e-books do Amplitudo, terminei O Monge e o Executivo (James C.Hunter) e já estou em outro livro do mesmo autor que é o De Volta ao Mosteiro. Ou seja, em duas semanas já passei por 4 livros. Não é possível obter um conhecimento de qualidade sem a leitura e, como o professor Pierluiggi fala, “o conhecimento é um degrau que se deve subir dia a dia”.

ÁLVARO

Você disse que trabalhou nos últimos 12 anos na mesma empresa. Como você vê que esse tempo ajudou na sua atual liberdade e como você acredita que seria possível obter os mesmos resultados em menor tempo caso você mudasse de empresa hoje?

FERNANDO

Primeiro, eu poderia continuar na mesma empresa e manter a postura de culpá-la pelos meus problemas, como falei antes. Eu passei quatro anos dando cabeçadas, fui promovido e depois voltei à posição anterior por minha culpa. Então o segredo é a postura, o bom senso e a autoanálise. É aprender com seus erros e adquirir experiência.

ÁLVARO

Sim, mesmo porque – não sei se você concorda – a experiência você não consegue transmitir às pessoas. Você transmite o conhecimento, mas a experiência, só vivendo.

FERNANDO

Exatamente. E sobre essa questão do conhecimento, eu realmente quero parabenizar você pelo projeto. Os e-books do Amplitudo têm muita coisa boa e certamente ajudarão quem quer progredir na carreira. Certamente eu conseguiria ter alcançado muito antes a posição em que me encontro hoje se tivesse conhecido o Amplitudo há mais tempo.

ÁLVARO

Obrigado, Fernando. São testemunhos como esse que fazem todo esforço valer a pena. Mas, então, já que voltamos a falar do site, pergunto: como você conheceu o Amplitudo?

FERNANDO

Conheci pelo Profissionais TI através do artigo do Angatuba Boy [risos]. De lá, eu me cadastrei no Amplitudo.

ÁLVARO

Ah, sim, essa história é muito legal. É uma pessoa que entrevistei certa vez para uma vaga e que me chamou a atenção pelo seu esforço e pela sua competência. Infelizmente, no geral, aparece muita gente esperando boa remuneração, mas com pouquíssima qualificação.

FERNANDO

É como você falou em um dos Amplinews, sobre ter que nivelar por baixo na hora da contratação.

ÁLVARO

Você deu uma olhada nos Amplinews também, então?

FERNANDO

Sim, li todos!

ÁLVARO

Poderia me dar uma opinião sobre o formato, a quantidade de informação etc.?

FERNANDO

Achei o conteúdo e a forma de abordagem muito bons. Gostei do formato também, está bem “blog” e acho legal ter referências para as pessoas que queiram se aprofundar mais. Gostei muito das imagens por que elas chamam bastante atenção e dá para ver que houve um cuidado com a escolha.

ÁLVARO

Mudando de assunto, você havia me perguntado como poderia contribuir financeiramente (a página “vale tanto”) e eu quero que você fique totalmente à vontade, ok? Os e-books não têm um valor fechado; leia até o final para você ter uma ideia melhor do quanto acha que vale. A ideia é algo assim mesmo, bem aberto, com o poder totalmente nas mãos do leitor.

FERNANDO

É, Álvaro, eu acho importante a remuneração, sim. Ao ver o conteúdo do Amplitudo, você acaba mergulhando e começa a valorizar o produto e ter a vontade de ajudar a crescer. Logo no começo você já fica entusiasmado e com vontade de contribuir.

ÁLVARO

Independente de valor, uma das formas de ajudar é fazer o conteúdo ser mais conhecido. Então, se puder, mande links de tudo e mais um pouco para os seus amigos. Fazendo isso, você já ajuda e muito. A gente nunca sabe o que exatamente vai disparar o processo nas outras pessoas, então, todo compartilhamento vale.

>> Obs.: Fernando caprichou na divulgação para seus amigos no Facebook em uma noite de domingo e fez a fanpage do Amplitudo ter 10 novos membros em apenas meia hora. Valeu, Fernando!

FERNANDO

Quero tentar ajudar de todas as formas. Vou tentar divulgar para o máximo possível de pessoas. E existem outras coisas além desse material do Amplitudo?

ÁLVARO

Bem, não na mesma linha, mas tem sim. Por exemplo, se você gostar de histórias, tenho um romance chamado Havien onde são abordados temas bem variados, sempre oferecendo reflexões para o crescimento pessoal. As pessoas têm gostado bastante. E também é para quem gosta de ler, porque tem página que não acaba mais!

FERNANDO

Gosto de histórias, sim. Vou ler com certeza.

ÁLVARO

Que legal. Bem, agradeço pelo seu tempo e sei que você tem que ir agora*, então fique à vontade para encerrar, certo?

*a entrevista ocorreu às 7 da manhã, antes de Fernando ir para o trabalho

FERNANDO

Certo. Eu gostaria de agradecer e dizer que uma das coisas mais interessantes do Amplitudo é a sua flexibilidade, com um conteúdo que se adapta às diferentes pessoas, muito bom mesmo. Imagino o trabalho que deve ter dado para extrair esse conhecimento e passar para os formatos que você passou. Muito obrigado mesmo, foi um prazer ter essa conversa!

ÁLVARO

Eu é que agradeço, amigo, pelo seu interesse e pelos elogios. A gente se vê!

>> Obs.: o conteúdo acima foi integralmente aprovado por Fernando antes da publicação desse Amplinews.

 

À sua liberdade,

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