» Como usar a esperteza para ganhar dinheiro nas profissões em que normalmente se passa um apuro danado.

Se o trabalho foi bem feito até aqui, você já deve ter se convencido de que conhecimento não é tudo.

Também já deve ter percebido o quão ruim pode ser, para a realização dos seus sonhos, abandonar às traças qualquer uma das pontas da sua Estrela Amplitudiana.

Obs.: Para você ter uma ideia, um amigo meu, após tomar conhecimento do modelo da Estrela, disse que passou a planejar o desenvolvimento de toda a sua vida com base nessas cinco áreas.

Na presente edição de seu informativo preferido, contaremos a segunda história prometida para ilustrar essa situação de desequilíbrio tão prejudicial – e, ainda assim, tão comum.


“Postergar a realização de um sonho pode ampliar as chances de sucesso e de liberdade.”


Quando nos matriculamos na escola, nosso objetivo é aprender. O objetivo dos nossos pais, ao menos, certamente é esse.

O mais interessante é que, se prestarmos bem atenção, muitas vezes aprendemos lições muito valiosas quando a ideia original talvez fosse outra.

Por exemplo, na aula de matemática, você aprende a calcular números e curvas, mas também aprende a calcular o quanto pode ou não olhar para aquela bela moça que namora um colega da sua sala. Curvas…

Aprende-se, portanto, mais que a matéria em si: aprendem-se lições de vida.

E foi dentro dessa atmosfera com cara de nome de novela das seis que obtive um importante ensinamento com um estimado professor de biologia… sobre finanças.

Não é de hoje que se supõe com bom nível de acerto a correlação entre algumas áreas do saber humano e suas respectivas capacidades de gerar recursos para aqueles que a elas se dedicam (redação mais insuportável a desse parágrafo, desculpe).

Exemplos de linhas gerais. Gênio da informática: rico. Poeta: pobre. Empresário do petróleo: rico. Artista plástico: pobre.

Sem preconceito, sem maldade. Apenas um pouco de boa observação e correta leitura do histórico das profissões. Ah, e também dissemos linhas gerais. Sabemos que há exceções.

Mas vamos prosseguir. Se você precisasse continuar a lista acima e aparecesse “biólogo”, certamente não o incluiria nos ricos. Será que conhecemos algum biólogo milionário?

Obs.: Se bobear, Jacques Costeau podia até ser muito famoso, mas milionário… será? Lembre-se de descontar o dinheiro ganho com a venda de aqualungs, pois aí é o inventor e o empresário em ação, não o biólogo.

Não querendo passar o resto da vida sem um tostão furado e não desejando abrir mão de seu sonho profissional, meu professor de biologia, antes mesmo de se formar, analisou cautelosamente o mercado e verificou que, em sua área, os professores de cursinho das grandes escolas particulares eram muito bem remunerados.

Instalado na região mais rica do país, ele conseguia manejar aulas nas famosas cidades periféricas pertencentes à grande Itu: São Paulo, Campinas e Sorocaba. Sua agenda era lotada, sua vida era dinâmica e seu bolso era cheio.

Certo dia ele revelou: essa estratégia não era comum aos seus colegas biólogos, que acabavam por viver com dificuldades por conta da escolha profissional que fizeram. Respeitosamente, citou uma colega de sala que havia priorizado o estudo continuado – ao contrário dele, que só depois de mais velho estava conseguindo fazer uma especialização.

Segundo o prôfe, a colega citada deveria saber 10 vezes mais biologia que ele. Só que, à época, enquanto ele ganhava um salário de 5 mil reais, a colega recebia 800 reais por mês para o desenvolvimento de pesquisas junto a uma universidade.

Dói, né?

Ainda que, devido à inflação, quando esse informativo for lido daqui a uns 100 anos não se possa ter uma ideia precisa de quanto valia 5 mil ou “oitocentão” na virada deste século, a diferença entre os dois salários (mais de 6 vezes) é grande o suficiente para que o recado seja compreendido: não dá para pensar só em conhecimento.

Meu professor tinha um sonho – que não era dar aulas para ruidosos alunos em três cidades toda semana. Mas viu que, se tentasse alcançá-lo diretamente, dificilmente conseguiria. Percebeu que sem a ponta “Dinheiro” da sua Estrela Amplitudiana, as coisas ficariam muito mais difíceis.

Resumindo a estratégia, ele escolheu realizar seu sonho um pouco mais para frente e, assim, realizá-lo melhor – e com mais liberdade no trabalho.

Parece uma escolha acertada, não?

À sua liberdade,

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Um informativo com algumas sugestões para você ampliar (ou parecer que ampliou) suas competências e, assim, conquistar mais liberdade no trabalho.

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